quarta-feira, março 21, 2007

Desmitificação

O Ponto G foi identificado na década de 1950 pelo médico alemão Dr. Ernst Gräfenberg e é uma concentração de terminações nervosas, vasos sangüíneos e glândulas ligadas ao clitóris que se localiza em torno da uretra. O ponto é especialmente sensível à pressão e, quando estimulado, pode proporcionar orgasmos intensos.
Esta zona erógena pode variar de mulher para mulher, tanto na localização, no tamanho, na textura ou na espessura. Vários mitos surgiram devido a sua difícil localização. Talvez por isso certas pessoas digam que o Ponto G não exista apesar de haver relatos científicos que comprovem sua fatualidade. Segundo pesquisas, todas as mulheres possuem o que é chamado pelos estudiosos de Skene's ou Periurethral Gland (Glândula Skene) ou simplesmente próstata feminina. Estudos também revelam que o estímulo dessa área libera substâncias que bloqueiam a dor.
Infelizmente, ainda não há provas científicas de que há a ejaculação feminina. Ao serem estimuladas há, sim, mulheres que esguicham uma substância pela uretra que tem composição diferente da urina. Muitos confundem esse líquido com urina e acham que se trata da ejaculação feminina.
Como encontrar?
Primeiramente, a mulher deve estar bem relaxada para que as paredes vaginais fiquem muito bem lubrificadas, isso fará com que o Ponto G fique inchado (SALIENTE), cheio de sangue e portanto mais sensível e proeminente. O ponto poderá então ser identificado como uma pequena saliência enrugada, quase sempre com o diâmetro semelhante ao de uma moeda de 5 centavos, localizada embaixo do osso púbico, na parede frontal interna da vagina.
Com a mulher deitada com a barriga pra cima poder-se-á penetrá-la com o dedo médio e a palma da mão virada para o clitóris: A ponta do seu dedo deverá então estar tocando o Ponto G, onde sentirá ser uma área mais rugosa ou áspera que o normal, podendo vir a ser duro também devido à excitação feminina. Ao ser estimulado, inicialmente, a mulher poderá sentir vontade de urinar, mas se a estimulação é continua, pode ser sexualmente prazeroso. Como em qualquer outro estímulo humano, pode não ser igualmente prazeroso para todas.

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